quinta-feira, 7 de maio de 2015

Curiosidades


O que é Déjà vu?
É viver algo e, ao mesmo tempo, ter a sensação de que isso já aconteceu antes. O fenômeno ainda não foi totalmente esclarecido, mas sabe-se que ocorre devido a uma troca de informações errônea no cérebro. A expressão déjà vu significa "já visto" em francês e surgiu no século 18, criada pelo parapsicólogo Émile Boirac. Ele acreditava que o déjà vu era um flashback de outras reencarnações. O fenômeno já era estudado na Grécia antiga e, com o tempo, foi ganhando outras explicações. Para a parapsicologia, o déjà vu pode ser uma forma de premonição. Já os espíritas acreditam que pode estar relacionado a uma experiência do espírito, capaz de sair do corpo durante o sono. Cientistas ainda tentam descobrir os motivos, mas têm uma certeza: a origem não tem nada de paranormal e é 100% biológica.

Já vi isso antes...
Falta de sincronia no cérebro cria a falsa impressão de repetição
1. Você nem percebe, mas seu sistema nervoso está sempre comparando as informações novas que recebe e as situações que ele prevê que podem acontecer. Por exemplo: ao ver dois carros se aproximando em alta velocidade, é comum prever que vão bater. Esses dois impulsos chegam juntos ao hipocampo, região do cérebro onde é feita a tal comparação
2. O déjà vu acontece quando rola uma dessincronização entre os dois estímulos na chegada ao hipocampo. Se, por alguma alteração na atividade entre os neurônios, a previsão se antecipa, você tem a sensação de que o que está acontecendo neste momento é algo já experimentado, ou seja, faz parte do seu passado
3. Aí, você já sabe: começa a ver uma cena completa (pode até incluir sons ou cheiros!) e tem a total certeza de que já esteve ali, viveu e viu tudo aquilo. Até se sente capaz de "prever" os próximos detalhes, como se fosse um adivinho. Mas é tudo uma ilusão enquanto seu cérebro não volta ao normal, o que pode durar alguns segundos
Até Freud quis explicar o déjà vu: para ele, o fenômeno tinha a ver com fantasias do passado ou desejos inconscientes



Curiosidades

Por que ficamos com o rosto vermelho quando estamos com vergonha? 


Porque diante de uma situação de constrangimento, de stress ou até de medo, nosso corpo libera o hormônio adrenalina, que aumenta o fluxo de sangue e dilata os vasos sanguíneos do rosto, ocasionando a vermelhidão. O responsável por isso, explica o dr. Ricardo Arita, neurofisiologista da Unifesp, é o sistema nervoso simpático, que reage de forma involuntária a essas situações. Além da vasodilatação, os efeitos da adrenalina - que não ultrapassam três minutos - são o aumento do batimento cardíaco, a aceleração da respiração, a dilatação da pupila e a produção acelerada de suor com odor mais intenso. Ainda não existe uma explicação conclusiva para o fato de apenas o rosto enrubescer, mas a hipótese atualmente mais aceita é a de que, além da alta vascularização, a região facial tenha pele mais fina que o restante do corpo. Na natureza, o homem é a única espécie que sofre com esse efeito, definido pelo biólogo britânico Charles Darwin como "a mais peculiar e humana de todas as expressões".




FONTE: http://mundoestranho.abril.com.br

Constituição do Corpo


Da menor até a maior dimensão de seus componentes, seis níveis de organização são relevantes para a compreensão da anatomia e fisiologia: os níveis químico, celular, tecidual, orgânico, sistêmico e organísmico.

  • Nível Químico: Inclui os átomos (menores unidades de matéria que participam de reações químicas) e as moléculas (dois ou mais átomos ligados entre si).
  • Nível Celular: A união das moléculas formam as células. As células são as unidades básicas, estruturais e funcionais do corpo humano.
  • Nível Tecidual: Os tecidos são grupos de células e materiais em torno delas, que trabalham juntos para realizar uma determinada função celular. Existem quatro tipos básicos de tecidos, em seu corpo: tecido epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso.
  • Nível Orgânico: Os órgãos são estruturas compostas por dois ou mais tipos de tecido diferentes. Eles têm funções específicas e, usualmente, têm formas reconhecíveis.
  • Nível Sistêmico: Um sistema consiste em órgãos relacionados que têm a mesma função.
  • Nível Organísmico: É o maior nível organizacional. O organismo é um indivíduo vivo. Todas as partes do corpo, funcionando umas com as outras, constituem o organismo total – uma pessoa viva.







sexta-feira, 24 de abril de 2015

Distrofias musculares
Doença que afeta a musculatura esquelética, causando o enfraquecimento de forma progressiva do tecido muscular. Essa é uma doença de origem genética, que pode atingir pessoas de diferentes idades e sexos, se explica pela falta de substancias essenciais para o crescimento e manutenção dos músculos causando dificuldades locomotoras, e em um estágio mais grave pode também causar comprometimento da musculatura respiratória e cardíaca.
Segundo a ABDIM (Associação Brasileira de Distrofia Muscular) existem 30 formas diferentes de distrofias musculares progressivas(DMP), algumas chamadas benignas e outras mais graves. Essas variações da doença pode significar uma mudança quanto ao musculo atingido de acordo com o tipo de DMP.
É importante deixar claro que nem toda doença que é genética é também hereditária por esse motivo o fato de não ter histórico familiar não impede que uma pessoa possa ter essa doença pois pode ser que o paciente tenha sofrido uma variação genética ou pode se tratar de uma doença de herança recessiva.
A forma mais comum da doença dentre as 30 variações é a distrofia de Duchenne. As pessoas portadoras da doença nascem normal mas com deficiência de uma proteína chamada destrofina que é essencial para o musculo. A criança geralmente demora um pouco mais de tempo para andar e quando começa costuma cair com certa frequência o que chama a atenção dos pais. Por se tratar de uma doença com sintomas progressivos a criança pouco a pouco vai apresentando novos sintomas tais como dificuldades para andar, depois correr e de forma sistemática vai atingindo também os braços, e em um estágio mais avançado da doença começa a aparecer problemas respiratórios e cardíacos.
Em 2011, o ministério da saúde lançou o Programa de assistência ventiladora não invasiva em pacientes que são portadores da doença, liberando aparelhos de BIPAP de ventilação assistida. A ventilação trouxe muitos benefícios tanto em relação a qualidade de vida quanto ao aumento da expectativa da mesma.



FONTES:
HTTP://DRAUZIOVARELLA.COM.BR/ENTREVISTAS-2/DISTROFIAS-MUSCULARES-2/
WWW.MINHAVIDA.COM.BR

terça-feira, 24 de março de 2015

Quando falamos em Anatomia, logo pensamos em corpo humano, certo? 

Anatomia é uma palavra que vem do grego "Anatome"(Ana= Através e Tome= Corte). Ela é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados. A partir dela, podemos analisar a construção dos organismos vivos, a estrutura do corpo e o seu funcionamento.
A estrutura estudada na Anatomia, vai desde todo um sistema biológico -passando por organismos inteiros e seus órgãos- até as organelas celulares e macromoléculas


Na prática, o método da dissecação é o mais utilizado para observar os órgãos, desde os primórdios da civilização humana, onde, se limitava à observação a olho nu e à manipulação dos corpos. Porém, hoje em dia, existem várias formas de estudar a estrutura humana, por exemplo: a eletromiografia, endoscopia, diafanização e imagenologia. 

Podemos dividir a Anatomia em três grupos:

  • Anatomia Macroscópica: Estudo das estruturas observáveis a olho nu, podendo usar ou não equipamentos tecnológicos.
  • Anatomia Microscópica: Estudo das estruturas corporais invisíveis a olho nu. É necessário o uso de instrumentos, como as lupas, microscópios óticos e eletrônicos.
  • Anatomia do Desenvolvimento: Estuda o desenvolvimento do indivíduo a partir do óvulo fertilizado até a forma adulta. É subdivida em Citologia (estudo da célula) e Histologia (estudo dos tecidos).

Nesse blog iremos, basicamente, tratar sobre Anatomia. Sobre nossos conhecimentos adquiridos e temas discutidos em sala de aula, e curiosidades sobre os temas tratados.